Buscando Deus, e não coisas.
“…a quem tem, mais será dado...” – Mateus 25:29
O evangelho que somos enviados a pregar (v. 15) é a mensagem de vida ou morte para toda a humanidade. Agora vemos porque é tão vital que seja pregado. Fé em Jesus não é apenas uma opção filosófica ou cultural. É a divisória eterna entre a vida e a morte (João 3:18, 36). É por isso que temos que continuar proclamando as Boas Novas. Seu vizinho ou colega de trabalho ou de escola pode rejeitar Jesus, mas, ele tem que ter pelo menos a chance de ouvir. Quantas vezes não ficamos em filas, em banco, em supermercado ou aglomerados com tantos outros esperando o ônibus e não falamos nada de Jesus? Para muitas pessoas a única coisa que falta para tirá-las daquela imensa fileira descendo para o inferno é uma palavra nossa. O que é que temos a perder se falamos? O que nosso próximo perderá se calamos?
O medo das pessoas, o medo do fracasso e o medo da rejeição podem tentar você a enterrar o seu talento. Não faça isto! Se você não tiver coragem de começar – você já está acabado. Quando Deus chamou pessoas como Moisés, Gideão, Débora e Ester, todos eles precisaram superar os seus medos naturais; e você também fará isso. Quando estavam no deserto, o medo da carência fez com que os israelitas quisessem voltar para o cativeiro no Egito. O medo da perseguição fez com que os discípulos abandonassem Jesus na Sua hora mais sombria, e fez com que Pedro O negasse – três vezes. Recuse-se a permitir que o medo paralise você! A forma como você utiliza os seus talentos é assunto de extrema importância. Por fim, essa será na verdade a base sobre a qual Deus o julgará e o recompensará.
Para muitos que perderam seus empregos ou que não ganham o suficiente para viver, a dívida se tornou uma dura realidade. A tal ponto que eles têm medo até de pensar na situação. Mas enterrar a cabeça na areia não é a resposta. Com a ajuda de Deus e algumas sugestões de bom senso, você pode começar a avançar em direção à liberdade financeira. Um respeitado consultor financeiro dá três sugestões. Primeiro, seja verdadeiro. Antes que você possa mudar qualquer coisa, precisa saber para onde o seu dinheiro está indo. Não há nada do que se envergonhar! Como um alcoólatra que começa a se recuperar, o primeiro passo é admitir que você tem um problema. Em um cartão, anote cada centavo que gastar por 30 dias. Você notará que a conta cresce depressa. “… todas essas raposinhas… arruínam a vinha…” (Ct 2:15 ). Ao olhar o panorama geral, você poderá perceber áreas onde pode cortar os custos. Em segundo lugar, aprenda com as suas experiências passadas. Se você não aprender com o passado, vai continuar repetindo-o. Por exemplo, se você não recebeu muitos presentes de Natal quando criança, pode ser tentador compensar isso com seus filhos e acabar estourando o limite dos seus cartões de crédito. Ou o fato de crescer em uma atmosfera de caos financeiro pode tornar difícil falar sobre dinheiro com o seu cônjuge. Em terceiro lugar, valorize mais a si mesmo do que o seu contracheque. Jesus disse que as coisas importantes na vida não são as “coisas” (Mt 6:25). Castigar-se não o ajudará a ganhar mais; apenas o cegará para as verdadeiras bênçãos da vida. Lembre-se, não importa o quanto tudo fique difícil, Deus é fiel. Davi disse: “Nunca vi o justo desamparado, nem seus filhos mendigando”, e você também não verá.